Nathalya Esteves

Minha foto
Nathalya Esteves da Silva Nascida em 10 de Janeiro de 1990 Filha do Pr. Ronaldo Esteves da Silva e Ir. Mª Estela da Silva Pastores da Igreja O Brasil Para cristo de V. Carmela Grs - SP " Carmela em Chamas" Louvo ao Senhor desde os meus 6 Anos Ele me fez uma Promessa ainda no ventre de minha mãe e Está cumprindo desde então! Contatos 2088-8242 8717-4516 6942-9099

Sonhos

A Nossa Vida é Impulsionada Por Tudo que SOnhamos e Nossos Sonhos Não São Apagados se em Deus Esperamos... Porem Quase Sempre Ele Demora a Realizar e Quase Sempre Somos nós quem o Retardamos Porque em meio a Nossa Anciedade Compartilhamos Nossos Sonhos com "Alguem que não Respira Conosco a Nossa Felicidade" Nem Sempre os que Te Aplaudem Querem Ver Teu Posto Nem Sempre os Que Te Apoiam Querem te Ver de Pé É O mesmo que José lá No Egito Confiando nos Próprios Irmãos O Seu Sonho a Eles Revelou e o Seu Sonho Era o Aviso que José ia Crescer E Isso Provocou O Inimigo e Seus Irmãos O Trairam Até Chegaram a Vender Se tem Sonho Plate o Silêncio pra depois colher Vitória Gerado por Deus Deus Vai se Realizar...

domingo, 12 de setembro de 2010

Na Vida




Na caminhada da vida sempre há muitos desafios, surpresas, tristezas e alegrias ... a vida é feita assim...

Às vezes nos deparamos com situações que nos afligem, nos fazem sentir
e até mesmo chorar. Mas saiba por certo que a cada momento da vida,
cada lágrima caída, cada sorriso dado, está tudo anotado no diário de Deus ! E pode ter certeza que nem um segundo Ele esqueceu de anotar ... Anotou suas lutas, seus choros,
mas com um detalhe: Ele não esqueceu de anotar o dia de sua vitória!

Então deixa eu te dizer: não desista de teus projetos e sonhos porque
mesmo antes deles serem projetados por você, você já foi projetado e
anotado por DEUS ! ♥

A Vida do Adorador




Sofonias 3:9-17. – Trataremos neste tema sobre a vida do adorador. O que é um adorador? O que é ser um adorador? Quais são as características de um adorador? De acordo com o texto de Sofonias vamos ver o que a Palavra diz a esse respeito.

1- Lábios Puros (vs 9).

No livro de Isaías 6:5-8 o profeta é purificado das suas iniqüidades e logo depois ele se coloca a serviço e disponível.

Talvez a nossa adoração tem sido fraca e sem substância, porque falta a nós lábios puros, coração puro, pensamentos e intenções puras. Não podemos pensar que seremos usados grandemente pelo Senhor se não estivermos diante Dele dia após dia para sermos purificados. Todas as coisas são puras para os puros. Jesus disse: “Bem-aventurados os limpos e puros de coração, porque eles verão a Deus”. Adoração tem a ver com purificação e santificação. Precisamos aprender com Davi que clamava: “Cria em mim ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto” (Sl 51:10).

Não podemos nos aproximar de Deus de qualquer maneira sem termos uma atitude de entrega e quebrantamento. Quando reconhecemos quem somos e nos humilhamos na presença Dele, somos purificados. Isaías reconheceu quem ele era, se humilhou, e por causa desta postura Deus o purificou e o levantou como um dos grandes profetas da Bíblia. Deus quer usar os puros e os que se mantém puros na sua presença.

2- Para que o sirvam.

Deus está buscando servos e ministros. Os nossos dons e talentos devem ser consagrados diariamente no serviço ao nosso Deus (Lv 27:28). Essa consagração deve ser verbalizada para que o diabo escute e não ganhe espaço para “tomar emprestado” o que não pertence a ele.

3- Mesmo espírito.

O adorador tem espírito de unidade, sempre soma e nunca divide, nunca compete, nunca faz comparação, mas contribui e é um servo. Toda a pessoa que possui a motivação correta é uma benção.

4- Zelosos adoradores (vs 10).

A pessoa que zela por algo, o faz considerando ao extremo o seu valor. O adorador é zeloso com as coisas do Senhor: cuida bem dos seus negócios, do dinheiro, do trabalho, da família, do ministério, do seu tempo etc.

Devemos ser zelosos com as coisas de Deus, com Sua Palavra e com Sua visão. Qual é a visão de Deus? Deus amou o mundo (Jo 3:16). Deus quer alcançar o mundo e para isto Ele levantou a Sua Igreja para ser sal da terra e luz do mundo.

5- Me trarão sacrifício.

É a prática da ministração. O adorador tem o compromisso e a consciência da sua responsabilidade que é de ministrar ao seu Deus, adorá-lo e render-lhe graças todos os dias. O adorador é um eterno agradecido. Este sacrifício é viável e voluntário, e não um “peso” (I Pe 2:5).

6- Tu nunca mais te ensoberbecerás (vs 11).

Os adoradores não são soberbos, exaltados – “os melhores do mundo”, “o melhor pastor”, “o melhor cantor” etc. Não existe “estrelismo” na obra de Deus, e se houver, procede do diabo. Jesus disse: “Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração” (Mt 11:29). A humildade só existe quando ela é o reflexo da vida de Jesus em nós. Devemos entender que no reino de Deus o maior é aquele que serve (Mt 20:26-27).

7- Confiarão no nome do Senhor (vs 12).

O adorador vive pela fé. Confia em Deus, tem a Palavra armazenada no seu coração e por isso crê. Paulo aos Colossenses 3:16 disse: “A Palavra de Cristo habite abundantemente em vós”. A Palavra produz fé, e a fé produz confiança e segurança.

8- Não cometerá iniqüidade (vs 13).

O adorador não tem compromisso com o pecado mesmo sendo tentado. O compromisso dele é com o Deus que vence o pecado. Não somos capazes por nós mesmo de vencer o pecado, mas o Poderoso que habita em nós pode todas as coisas (II Co 12:9).

9- Porque serão apascentados.

O adorador vive no descanso do Senhor (Sl 23:1). O descanso gera confiança, ou seja, o adorador poderá dizer “eu não tenho, mas vou ter”, “eu não sei, mas vou saber” etc. O adorador entende que Deus está realizando uma obra nova a cada dia na sua vida (Fl 1:6).

10- Canta alegremente (vs 14).

O adorador tem um cântico alegre e de vitória, porque ele ama e crê em Deus, e está garantido no Senhor. Embora haja problemas e dificuldades, ele é mais que vencedor porque o Vencedor vive nele. O adorador tem a alegria do Senhor, e a alegria do Senhor é a nossa força (Ne 8:10). A nossa alegria vem do Senhor!

11- Exterminou o teu inimigo (vs 15).

O adorador é vitorioso sobre o inimigo (Tg 4:7; Rm 16:20; Lc 10:19). Jesus nos concedeu autoridade espiritual e o diabo já está derrotado na nossa vida!

Conclusão

“O Senhor teu Deus está no meio de ti, poderoso para te salvar; Ele se deleitará em ti com alegria, calar-se-á por seu amor, regozijar-se-á em ti com júbilo” (vs 17). Essa é uma promessa para todo o verdadeiro adorador.

Deus abençoe!

Ronaldo Bezerra

Musico Adorador




O que desejamos realmente, ser reconhecidos como músicos ou mover o coração do nosso Deus através da adoração?

Sabemos que algumas situações tendem a nos afastar do alvo, que é a presença de Deus, porém o que o Pai deseja de cada um de nós é compromisso, sinceridade, amor naquilo que fazemos para Ele.

A música na Igreja tem a finalidade de alcançar corações que não conseguem, muitas vezes, entender uma mensagem falada.

O que é adoração: Adorar a Deus não se limita apenas no momento em que estamos louvando na Igreja, mas ser um adorador filho de Deus, vai muito além do altar.

Muitos tem a concepção de que ser cristão é pegar a Bíblia em determinado horário e ir à Igreja. Mas será que durante todo o tempo, estamos na presença de Deus, adorando-o com nossas atitudes, pensar e agir?

Sabemos que Ele está conosco todo o tempo e contempla todas as coisas e espera de nós uma adoração contínua, pois Ele nos criou pra o louvor da sua glória (Efesios 01:12).




Obediência e Adoração: Josafá, rei de Judá, foi um homem obediente ao Senhor, e mesmo no momento em que todos o consideravam um homem derrotado sendo ele um adorador verdadeiro, ele obedeceu ao Senhor, obteve a vitória e o Nome do Senhor foi glorificado, (IICr 20:01-13).

Temos também o exemplo de alguém que conhecia a Deus e estava bem próximo D’Ele e sabia exatamente como alegrar o seu coração, mas não o fez, preferiu entristecer o coração de Deus com sua desobediência e soberba a ponto de se achar capaz de tomar o lugar do único Deus, digno de toda a glória, honra e louvor, (Is 14:11-20) e vemos que o próprio Deus o derrubou, (Ez. 28:01-16).

Nada entristece mais o coração de Deus do que olhar para o altar e ver apenas um músico que quer ser reconhecido. Ora, a glória é de Deus, o reconhecimento vêm de Deus que derrama sobre nós sua unção e graça, isto sim, deve ser notório em nossas vidas.

Muito antes de sermos bons músicos, devemos ser amigos de Deus, então saberemos o que lhe agrada ou não.

O que é ser músico? Alguns tendem a ser apenas músicos, se preocupam com toda a técnica e apresentação, mas Deus não quer apenas isso, Ele quer muito mais de você, aliás, ELE QUER VOCÊ! Ele quer você como filho, como amigo e como um adorador!

A Decição certa em Meio a crise




Rt 1:1 “E sucedeu que, nos dias em que os juízes julgavam, houve uma fome na terra; por isso um homem de Belém de Judá saiu a peregrinar nos campos de Moabe, ele e sua mulher, e seus dois filhos”.

Nos dias em que os juízes julgavam a terra, esses juízes tinham certa autoridade em sua região em que estavam mais próximos. Mas de modo geral a terra não tinha um governante que assumisse a responsabilidade, não havia um líder. E quando não há um líder acontece o que nos diz o último versículo do livro de Juízes.

Jz 21:25 “Naqueles dias não havia rei em Israel; porém cada um fazia o que parecia reto aos seus olhos”.

A falta de autoridade é um problema, porque dá a cada um o direito de pensar e tomar suas decisões. É justamente por isso que Deus sempre quis governar o teu povo. Deus sempre quis que seu povo ouvisse somente a sua voz. Porque se fizessem isso teriam os melhores empregos, a terra daria seus frutos, e comeriam o melhor da terra. Conforme lemos em: Is 1:19 “Se quiserdes, e obedecerdes, comereis o bem desta terra”.

Mas o caso é que aquele povo contemporâneo aos juízes, pela distância, ou até mesmo pela falta de ensinamento deles, acabaram tomando as suas próprias decisões. E notamos que a primeira decisão errada que vemos é de causa trabalhista. Um homem chamado Elimeleque, que tinha a sua família constituída, morava em Belém de Judá. O nome Elimeleque significa, no hebraico, “Meu Deus é Rei”. Embora Elimeleque soubesse que Deus era o Rei da vida dele, no momento em que em Belém chega a fome na terra ele toma uma decisão.

Rt 1:1-2 “E sucedeu que, nos dias em que os juízes julgavam, houve uma fome na terra; por isso um homem de Belém de Judá saiu a peregrinar nos campos de Moabe, ele e sua mulher, e seus dois filhos; E era o nome deste homem Elimeleque, e o de sua mulher Noemi, e os de seus dois filhos Malom e Quiliom, efrateus, de Belém de Judá; e chegaram aos campos de Moabe, e ficaram ali”.




É curioso notar que o nome Belém no Hebraico quer dizer, “Casa do Pão”, ou “Casa do Alimento”. Veja, na Casa do Pão faltou o pão. Na Casa do Alimento faltou alimento. Era sem dúvida um momento de crise para eles. Crise tão terrível que não adiantava ter dinheiro, porque se veio a fome na terra, do que adianta ter dinheiro se não há alimento para se comprar?

Elimeleque vai fazer o que um pai de família pensa em fazer no momento de crise, vai se mudar em busca de novas oportunidades para poder dar o melhor para sua família. Mas o final do versículo dois diz: “FICARAM ALI”.

Elimeleque quando tomou a decisão de abandonar a Casa do Pão não tinha a intenção de se ausentar pra sempre, mas o caso é que ele ficou ali.

Muitas vezes nos deparamos com situações difíceis, a tal da crise internacional nos assusta, abala só de pensar em perdemos nossos empregos, nossos clientes. Mas tome a decisão correta, ainda que essa crise seja muito forte, não abandone a Casa do Pão, não abandone a obra do Senhor, não abandone a casa de Deus!

Na hora da crise a pessoa tem que tomar cuidado com as decisões que ela toma. Elimeleque colocou toda a sua família fora da Casa do Pão. Quando a crise chega, o primeiro pensamento da pessoa é, “não dou mais o dízimo”, ou “não vou mais para igreja porque não adianta nada”. Elimeleque também pensou assim. Mas o final pra família dele foi bastante trágico. Veja:

Rt 1 3-5 “E morreu Elimeleque, marido de Noemi; e ficou ela com os seus dois filhos, Os quais tomaram para si mulheres moabitas; e era o nome de uma Orfa, e o da outra Rute; e ficaram ali quase dez anos. E morreram também ambos, Malom e Quiliom, ficando assim a mulher desamparada dos seus dois filhos e de seu marido”.

Elimeleque tomou a decisão errada em meio à crise, porque não tinha alguém que dissesse a ele que ficasse em Belém, mas eu estou aqui neste dia como enviado de DEUS para te dizer: permaneça na casa de Deus, seja fiel na crise, por que Deus é fiel. Ele é a sua Rocha, a sua Fortaleza, confia no Senhor e Ele tudo fará!

Claro, Elimeleque desejava o melhor pra família dele, mas as decisões foram erradas. A crise o assustou, fez ele abandonar a vontade de Deus, a casa de Deus. Aos seus próprios olhos ele estava fazendo a coisa certa, mas não aos olhos de Deus.

Pv 14:12 “Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte”.

O mais correto na hora da crise não é deixar de ser dizimista, ofertante, fiel com Deus. O correto é permanecer firme com Deus. Por quê? Rt 1:6 “Então se levantou ela com as suas noras, e voltou dos campos de Moabe, porquanto na terra de Moabe ouviu que o SENHOR tinha visitado o seu povo, dando-lhe pão”.

Que pena que Elimeleque já estava morto, seus filhos também, por que se tivessem permanecido na Casa do Pão, teriam recebido a provisão do Senhor.

A melhor coisa em tempos de crise é permanecer com o Senhor. Porque Deus vai te visitar aqui na casa d'Ele.

Artistas ou Adoradores?



Artistas ou Adoradores?



"Sede, pois, imitadores (iguais) de Deus..." – Ef 5:1-17.

Vivemos dias difíceis dentro das nossas igrejas, onde muitos pensam que estamos vivendo um grande avivamento. Na verdade, muitos confundem avivamento com “movimento” ou “animamento”, ou seja, pensam que templos cheios, grandes shows e grandes eventos, são sinônimos de grande e poderoso avivamento!
Infelizmente, as nossas igrejas estão cheias sim... de pessoas vazias! Muitos têm trazido para dentro das nossas congregações modelos do mundo, em outras palavras, “saíram do mundo”, mas o mundo não saiu dentro deles! Na área da música, tem sido algo visível, quando muitos dos chamados “músicos cristãos” tem trazido a realidade do mundo e a prática secular para dentro das nossas igrejas, é o comportamento, o estilo de vida, os conceitos, os valores, etc.
O avivamento começa pelo quebrantamento, pelo arrependimento, pela mudança de mente e coração! Precisamos orar, clamar e pedir ao Senhor para que venha sobre nós um verdadeiro avivamento, então seremos transformados! “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (II Cr 7:14).

"Artistas"... Modelo do mundo

Como mencionei, muitos músicos chamados "cristãos", tem imitado modelos do mundo sem Deus, querem ser conhecidos como “artistas” e “pop stars”! Imitam artistas seculares, são orgulhosos, soberbos, exigentes e egoístas. Buscam plataforma e visibilidade, querem ser reconhecidos, se consideram “estrelas” e querem “brilhar”! Muitos destes músicos deixam seus pastores e líderes cansados e incomodados com suas atitudes e formas orgulhosas de serem.
Se nos encaixamos neste modelo, devemos saber o que a Bíblia nos declara: "Eis que sois menos do que nada..." (Is 41:24). Quem somos se não for a graça e a misericórdia de Deus sobre nós?
Ao Senhor pertence o louvor e todo o reconhecimento: "... o louvor, e a glória, e a sabedoria, e as ações de graça, e a honra, e o poder, e a força sejam ao nosso Deus pelos séculos dos séculos. Amém" (Ap 7:12).

"Adoradores"... Modelo de Deus


O Pai está procurando os verdadeiros adoradores (Jo 4:23). O músico que é um verdadeiro adorador não é "estrela" e nem "pop star", e também não tem nenhum tipo de compromisso com este tipo de reconhecimento, mas é um salmista, ministro do altar, submisso, servo e homem de Deus. Não tem compromisso com a glória do homem, mas sim com a glória de Deus. É aquele músico que além de executar bem a sua arte, é consagrado a Deus e separado para Ele; e com certeza, sabe a respeito da necessidade que há da unção do Espírito Santo em sua vida, assim como em sua música. É um músico aprovado por Deus e pelos homens, pois os seus frutos o acompanham! “Procura apresentar - te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar...” (II Tm 2:15). Observe o exemplo de Davi (I Sm 16:14-23) que era aprovado por Deus e pelos homens.






Jesus... Modelo de adorador

1- Jesus não buscava reconhecimento e glória. Não buscava seus interesses e benefícios pessoais (Mt 4:8-10).
2- Jesus era obediente a voz do Pai (Fp 2:8).
3- Jesus tinha compaixão pelas pessoas e por isso as resgatava para o reino de Deus (Mt 9:35-36).
Este é o principal desafio para nós, músicos cristãos, sermos imitadores do nosso melhor modelo de adorador que é Jesus! Sejamos imitadores de Cristo!

O que é ser Familia?




Amigos jovens, nesta edição continuamos as nossas reflexões sobre o ideal da maioria de vocês: formar uma família. Isso deve ser, desde já, objeto de suas preocupações em vista de chegar lá com aquela bagagem de conteúdos e formação espiritual que lhes dê a segurança necessária para a vida em família.

O QUE É FAMÍLIA?


A família é um núcleo de convivência, unido por laços afetivos, que costuma compartilhar o mesmo teto. É a definição que conhecemos. Entretanto, esta convivência pode ser feliz ou insuportável, pois seus laços afetivos podem experimentar o encanto do amor e a tristeza do ódio. E a morada sobre o mesmo teto? Dependendo dessas fases contrastantes, ela pode ser um centro de referência, onde se busca e se vivencia o amor, ou... um mero alojamento.

A família não é algo que nos é dado de uma vez por todas, mas nos é dada como uma semente que necessita de cuidados constantes para crescer e desenvolver-se. Quando casamos, sabemos que, entre outras coisas, temos essa semente que pode germinar e um dia dar fruto: ser uma família de verdade. Devemos, portanto, estar conscientes de que é preciso trabalhá-la e cultivá-la sempre, constantemente, e com muito amor.

TEMPOS DESCONCERTANTES


A família parece estar à deriva, sem referência, impotente e desprotegida diante dos embates do consumismo, bombardeada pelos meios de comunicação e incapaz de dar uma resposta a esses ataques.

Ela fica na defensiva. A impressão que se tem é a de que ela se conserva como um reduto afetivo, baseado principalmente na segurança do amor dos pais pelos filhos, e que se ressente, cada vez mais, da indeterminação dos papéis masculino e feminino.

É possível ouvir hoje arautos que falam da família em tom triunfal, enquanto que, em outros contextos, se escutam depoimentos de verdadeiras catástrofes. Para alguns, a família é um conceito conservador, só defendido pelos retrógrados.

FAMÍLIA: AMOR REPARTIDO


A família foi e ficará sempre o fundamento da sociedade. Ela transcende a qualquer partido político, sociedade, associação ou a qualquer outro gênero de agrupamento humano: ela é constituída por relações de amor! Na origem de tudo, há um amor conjugal que chama a vida a participar desse amor.

A família vem de uma opção. De fato, ela existirá a partir do momento em que um homem e uma mulher decidirem viver juntos, criar um mundo novo, um mundo diferente: uma família. Nesse mundo novo e distinto, nascerão os filhos, que se incorporarão ao projeto de vida idealizado por seus pais.

É na família que os filhos desenvolverão sua personalidade. Nela crescerão, encontrarão o sentido de sua existência e amadurecerão na segurança, até que um dia também eles partirão para realizar seu próprio projeto.



O NOSSO MUNDO MUDOU


Não podemos viver de modo aventureiro. De nada serve estarmos repletos de boas intenções, se não planejarmos bem as coisas. Nosso mundo tem mudado muito e rapidamente. Há hoje muitas coisas que não estão fixadas de antemão. Em nossa sociedade, os papéis tradicionais da mulher e do homem, antes assumidos como destino inexorável, não são mais simplesmente aceitos.




Hoje, o casal deve sentar-se para dialogar sobre o que realmente desejam, o que buscam, para enfim elaborar, com bastante criatividade, um projeto novo e distinto quem possibilite a realização de um amor pleno. É neste projeto, em constante realização, que os filhos devem poder ter a alegria de nascer e crescer até a plena maturidade.







UMA REALIDADE DINÂMICA


Ao definirmos a família como uma instituição, como a célula mãe da sociedade, quando a analisamos ou defendemos os seus direitos, queremos nos referir a uma realidade bem definida, que está aí presente, no dia-a-dia, que desempenha um papel concreto na vida das pessoas e da sociedade.

Entretanto, quando adentramos no interior desta ou daquela família, deixando de lado as teorias e descendo ao palco da própria vida, observamos que a família é uma realidade dinâmica, em evolução permanente, nunca a mesma. Percebemos que cada família é um mundo à parte, com propostas e jeitos próprios e que não se repetem.

É neste contexto que os planos de Deus tomam forma e são dados ao homem e à mulher em forma de semente. Deus nos criou à sua imagem, criou-nos no amor para o amor. Criou-nos para que levássemos a semente à plenitude. Deus, aquele que nos criou, pôs em nossas mãos a criação.

Isso é maravilhoso, mas quanta responsabilidade isso pede daqueles e daquelas que Deus chamou a multiplicar as suas pequenas famílias nesta terra onde o mal, muitas das vezes, parece prevalecer sobre o bem.

Nessa luta diária, não é o caso de se espantar, mas é extremamente necessário continuar acreditando naquele que prometeu: “Eu estarei sempre convosco...” (Mt 28,20).

"Como reagir dentro da dura experiência de Perder todos os Bens e Família




Meu amigo está morrendo. Antes, um próspero comerciante, trabalhava com madeiras, conhecia muita gente, tinha um bom carro e apartamento na praia, vestia-se bem. A esposa era professora. Os filhos, nos melhores cursinhos e na universidade.

De repente, veio a adversidade. Médicos, consultas, exames. E mais a virada na Economia do país. Desânimo, os amigos sumiram. A firma foi fechada. O genro não pôde socorrer porque também estava com problemas. Os filhos, morando distante, pouco se importam com o velho pai.

Esse quadro talvez possa ser multiplicado por mil. Você até pode dizer: conheço esse homem. Foi mais ou menos assim que aconteceu com Jó. Pouco sabemos sobre Jó. Viveu ao mesmo tempo dos patriarcas bíblicos. Morava na terra de Uz. Era muito rico, o maior fazendeiro do Oriente.

Possuía em suas várias fazendas sete mil ovelhas, três mil camelos, quinhentas juntas de bois, quinhentas jumentas. Tinha muitos servos e servas. Era homem sincero, reto, temente a Deus e se desviava do mal. Tinha sete filhos e três filhas. Homem muito importante em sua cidade e nomeio de sua parentela.

Jó perdeu todos os bens.

De repente, Jó foi à falência total. Veio o fracasso financeiro. Satanás lançou uma dúvida sobre o caráter de Jó, insinuando que ele só servia ao Senhor porque era rico. Deus permitiu que Satanás tocasse nos bens de Jó. Veio o inimigo com grande fúria e,literalmente, arrasou com tudo que Jó possuía. Inclusive com seus filhos. Jó, em um só dia, ficou reduzido a zero. Ficou pobre,paupérrimo.

É terrível perder todos os bens. Alguns, numa situação de perda,vão à loucura; outros se afundam nos vícios, quantos que põem fim à vida. Jó não fez nada disso. Ao invés, levantou-se, rasgou os vestidos, raspou a cabeça, prostrou-se com o rosto em terra e adorou a Deus, dizendo: “...o Senhor o deu, e o Senhor o tomou;bendito seja o nome do Senhor”, Jó 1: 21.

Jó perdeu a saúde Jó era saudável, um homem forte. Mas Satanás não ficou convencido da fidelidade de Jó. Veio com maior fúria ainda e feriu a Jó de uma chaga maligna desde a planta do pé ao alto da cabeça. Jó foi acometido de uma furunculose pustulenta e maligna. Assentou-se na cinza e, já com a cabeça raspada, roupas rasgadas, tomou um caco de telha para raspar as feridas pustulentas. Ficou reduzido a pele e osso.

Jó perdeu a esposa e amigos.

Agora mergulhado na tríplice situação de pobreza, enfermidade e abandono, Jó vai conversar com sua querida esposa. Mas aquela que devia ser a ajudadora idônea e estar a seu lado na hora da saúde, na hora da doença e pobreza, dá-lhe uma palavra altamente negativa. Diz: “Ainda reténs a tua sinceridade? Amaldiçoa a Deus, e morre”.

É verdade que muitas pessoas, numa situação como a vivida por Jó, fazem assim mesmo. Amaldiçoando a Deus, dão um tiro no ouvido. mas Jó responde à sua mulher: “Como fala qualquer doida, assim falas tu. Receberemos o bem de Deus e não receberemos o mal?Em tudo isto não pecou Jó com os seus lábios.” Nesta altura sua esposa o deixou à sua sorte. Os seus servos sumiram. Os parentesco abandonaram, os conhecidos o esqueceram, os domésticos desapareceram, Jó 18: 14 e 15.4 e 15.

Jó lamentou os acontecimentos.

Fracasso financeiro. Fracasso na saúde. Fracasso no casamento.Fracasso nas amizades. Jó estava reduzido a pele e osso, assentado na cinza, roupas já rasgadas. Todos o abandonam. Nessa situação de pobreza e miséria, ele levanta a sua voz e diz: “Pereça o dia em que nasci, e a noite em que se disse, foi concebido um homem. Converta-se aquele dia em trevas. Contaminem-no as trevas e a sombra da morte; habitem sobre ele nuvens, negros vapores do dia o espantem. Ah! que solitária seja aquela noite e suave música não entre nela. Amaldiçoem-na aqueles que amaldiçoam o dia. Por que não morri desde a madre? E em saindo do ventre não expirei?” Jó vai lamentando a sua sorte em todo o capítulo três do seu livro. Nessa situação de desespero, ele quase num grito de dor levanta a sua voz e diz: “QUEM HÁ QUE ME DÊ A MÃO”. Ninguém lhe estendeu a mão. Os bens se foram, os filhos morreram, perdeu a saúde por completo, a esposa o abandonou, os parentes o deixaram, os servos e servas sumiram. Ninguém lhe estendeu a mão amiga. Que situação!

Jó e os amigos! Que amigos!

Nos dias mais agudos de abandono e dor, vieram os seus amigos. Assentaram-se com ele sete dias e sete noites. Mas nenhum deles lhe dizia palavra alguma, porque todos viam que a dor era muito grande, 2: 13. Quando abriram a boca, foi para falar bobagens. Começaram a criticá-lo, acusá-lo, querendo que Jó confessasse o seu pecado. Acusaram-no de pecador. Repreenderam Jó, exortaram-no, discutiram com ele; não respeitaram a sua dor.

Isso acontece muito hoje. Quando alguém está enfermo, recebe uma visita e, muitas vezes, o visitante só sabe criticar e falar bobagens, ao invés de levar uma palavra de conforto. Jó chama os seus amigos de “consoladores molestos”, 16: 1. Os meus amigos zombam de mim. Porventura não estão zombadores comigo?, 17: 2. Os amigos se revelaram verdadeiros “amigos da onça”.

Ah! Quantos amigos falsos, hipócritas que machucam ainda mais assuas feridas! Jó não entendia aquela situação. Ele sabia que não estava em pecado. Ele diz no capítulo 31: “Pese-me em balanças fiéis, e saberá Deus a minha sinceridade”. Ele faz a sua defesa com veemência.

Jó e a sua fé Ele perdeu tudo: bens, filhos, esposa, amigos, parentes, saúde. Mas não perdeu a sua fé. A fé era o seu bem maior. Fé em um Deus poderoso, aleluia. Ele diz: “Ainda que Ele [o Senhor] me mate, n’Ele esperarei”, 13: 15. Diz mais: “Porque eu sei que o meu redentor vive e que por fim se levantará sobre a terra. Depois de consumida a minha pele, ainda em minha carne verei a Deus”, 19: 25 e 26. Jó possuía uma fé viva. Em sua dor, sua fé não vacilou. Permaneceu firme como o monte de Sião que não se abala, mas permanece, em meio às tempestades da vida.

Quem deu a mão a Jó.

Jó não encontrou ninguém para lhe dar a mão. Contudo, no céu achou a bondosa mão de Deus, estendida para abençoar. Deus lhe estendera a mão. Mesmo que todos os homens falhem, Deus jamais falhará. Você pode vir a perder tudo, mas nunca perca sua fé. Ela vai mover o braço de Deus em seu favor. Jó não perdeu a fé; por isso, Deus virou seu cativeiro.

Ninguém lhe deu a mão amiga na pobreza, na miséria, na enfermidade, na dor. Sentiu o abandono dos amigos, da esposa, dos parentes, etc. Mas, naquela situação ainda encontrou forças para orar pelos seus falsos amigos. Na reunião de oração, Deus virou o seu cativeiro.

Tirou-lhe o opróbrio, curou as suas feridas, tirou a sua dor e lhe devolveu a riqueza, tudo em dobro em relação ao que tivera anteriormente, 42: 10-17. Deu-lhe filhos e filhas. Suas três filhas eram as mais belas em todo o oriente. Os amigos apareceram, os parentes voltaram. Passou a tempestade, veio a bonança. Jó morreu em boa velhice,velho e farto de dias, com cento e quarenta anos. Viu os filhos de seus filhos até a quarta geração.

O Deus de Jó é o nosso Deus.

Nós também estávamos em uma situação nada melhor do que a de Jó em sua humilhação. Abandonados, pobres, perdidos, enfermados pelo poder do pecado. Mas Deus, em Cristo, estendeu a mão para nós. Por seu grande amor, Deus entregou seu filho Jesus para estender seus braços lá na cruz, a fim de que, num abraço eterno, pudesse alcançar, salvar e depois receber a todos os que estavam desviados dos caminhos do Senhor.

O homem não ficou abandonado à mercê de Satanás, mas Deus estendeu a sua MÃO AMIGA para todos nós, e fomos salvos. Somos herdeiros de uma riqueza maior que a de Jó. Somos herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo. E, por sua graça e favor, viveremos eternamente em sua presença na eternidade.

A Igreja é a mão amiga de Deus.

Nós, o povo de Deus, a Igreja de Deus; nós os salvos por Jesus, os que cremos. sim, meu querido leitor, somos o Corpo de Cristo na terra. Somos a mão amiga de Deus. Quantas pessoas precisam da mão amiga da Igreja. Quantos há que, sendo nossos irmãos amados, convivem conosco e estão precisando de nosso apoio e ajuda.

São pessoas enfermas, pessoas que estão vivendo os dramas de uma sociedade injusta, o drama da pobreza; pessoas carentes que precisam de uma palavra amiga, de conforto espiritual e até de apoio e sustento material. Isaías profetizara: “o Senhor Jeová me deu uma língua erudita (sábia) para que eu saiba dizer uma boa palavra ao que está cansado”, Is 50: 4.

O salvo tem uma boa palavra para dizer, a seu tempo, aos enfermos, aos cansados, aos necessitados, etc.

O salvo não deve criticar, fofocar, maldizer, condenar o irmão carente. Nossa missão,como discípulos de Jesus, é ajudar, confortar, etc.

Além de nossos próprios irmãos na fé que necessitam de apoio e solidariedade, há milhares de almas que precisam de Jesus. Quantas pessoas precisam da nossa ajuda. Pessoas viciadas, drogadas, endemoninhadas, encarceradas pelo pecado. Vivemos rodeados de pessoas que precisam de uma palavra amiga, pessoas enfermas que precisam de oração de cura.



A Igreja tem esta missão de abençoar as pessoas. Nossas mãos são santas e abençoadoras e recebemos de Deus o poder para impor as mãos sobre doentes e curá-los. “Quem há que me dê a mão?” Há sim, a mão da Igreja de Jesus. Não basta apenas compadecer, é preciso servir, ser útil. Não faça como alguns personagens da parábola do bom samaritano, que viram o problema e passaram de lado.



Morrer em uma tragédia não é o maior problema
da existência humana; pior que isso
é morrer em rebelião contra Deus.


No dia-a-dia, alguém pode até viver sem Jesus.
Horrível será morrer sem Ele como salvador



Tsunâmi, em japonês, significa onda gigante e o termo ficou mundialmente conhecido após o dia 26 de dezembro de 2004. Nessa data, uma tragédia foi produzida por sismos submarinos, em uma região em que há fortes movimentos tectônicos, e pessoas de vários países asiáticos morreram atingidas por desabamentos ou pela invasão das águas do mar.


O ritual do culto prosseguia normalmente e o sacrifício era oferecido pelos cultuantes. De repente, os galileus foram surpreendidos por Pilatos, o governador, que ordenou uma chacina. O sangue dos cultuantes e dos animais que eram sacrificados se misturam. Uma tragédia moral provocada pelo homem ocorreu.

Dezoito homens, em Jerusalém, são atingidos pela queda de uma torre e morrem. Esta tragédia é uma das muitas ocorridas de forma acidental. Por isso, há momentos na vida em que surgem questionamentos sobre a possibilidade de pessoas estarem em lugares errados, na hora errada e morrem acidentalmente.

As duas histórias bíblicas não tiveram a cobertura da mídia, como aconteceu com a tragédia do tsunâmi. Os evangelistas Mateus, Marcos e João não comentam o ocorrido, somente o evangelista Lucas, no capítulo 13, registra o fato e suas interpretações.

Os contemporâneos de Jesus e pessoas dos dias atuais questionam: os que morrem em tragédias são mais pecadores do que toda a humanidade? Se não são, por que morreram assim? O que havia de errado ou qual era o pecado que estava escondido na vida dessas pessoas? Jesus ensina quatro princípios, em Lucas 13, para entendermos essas questões.



O homem é o maior causador de tragédias no mundo



Podemos classificar as tragédias em duas categorias. As morais e as acidentais. As morais partem da ação deliberada do homem. As acidentais ocorrem por fenômenos da natureza ou acidentes alheios à vontade humana.


Os poderosos deste mundo já provocaram enormes tragédias. Faraó, tirano do antigo Egito, provocou a morte por afogamento de todos os filhos do sexo masculino, nascidos dos escravos judeus. Herodes, o sanguinário, ordenou a morte a todos os meninos de dois anos para baixo, simplesmente para eliminar um possível concorrente ao trono Jesus.

Pilatos, governador romano, provocou a chacina dos que cultuavam, indefesos adoradores foram trucidados. Recentemente, Osama bin Laden estabeleceu um quadro de terror, ao derrubar as torres gêmeas. O episódio da bomba atômica sobre Nagasaki e Hiroshima é uma marca na história das ações devastadoras do homem. Sim, o homem é o maior causador de tragédias. Mas, tudo o que o homem semear ele colherá.



As tragédias não provam que os que nelas morrem
sejam mais culpados que os outros




Jesus ensina que o pecado é um mal universal, em Lucas 13: 3 e 5. Morrem em tragédias pessoas de bem e também pecadores corrompidos ao extremo, como os povos pré-diluvianos, em muita água, Gn 6: 17, e os moradores de Sodoma e Gomorra, em um fogo devastador, Gn 19: 24.


Em qualquer tragédia, a morte nunca deixou ninguém escapar. Independente dos diversos questionamentos humanos, morreram também justos e piedosos que não são culpados de vida profana e ímpia de muitas pessoas. Em todas as tragédias, a grande verdade é que somente no dia do juízo final é que ficará claro sobre quem viveu e morreu em pecado e quem teve uma vida na presença de Deus.



As tragédias mostram a incerteza da vida humana



Em pleno local de culto ocorre uma chacina. Sobre 18 homens cai a torre. Tsunâmis matam muitas pessoas na Ásia. Não há lugar seguro. Quem poderá escapar da morte? Uma coisa é certa: a vida é breve.


Como será o amanhã de cada um. Entendo que só Deus tem a resposta. Em 4:14, o apóstolo Tiago afirma: “Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa”.

Jesus sempre ensinou a necessidade de buscar o reino de Deus e sua justiça e se preparar para o dia do juízo, vivendo uma vida justa pela fé na palavra de Deus. O último inimigo a ser vencido é a morte.



A maior das tragédias é morrer em pecado, sem salvação



Sem arrependimento, disse Jesus, todos perecerão. Indagado sobre o número dos que se salvarão, Jesus respondeu: “Porfiai por entrar pela porta estreita”, Lc 13: 24. Ilustrando este “porfiai” Jesus falou sobre arrancar um olho, cortar uma das mãos, significando que o tratamento dado ao pecado deve ser radical. O arrependimento é a porta estreita.

Um pouco antes de expirar, um dos ladrões da cruz se arrependeu e foi para o céu com Jesus, Lc 23: 43. O outro, sem arrependimento, pereceu eternamente, Lc 23: 39. João 3: 16 diz que aquele que crer em Jesus será salvo e os que não crerem perecerão.

Morrer em uma tragédia não é o maior problema, pior é morrer em rebelião contra Deus, é ir para o túmulo sem ter aceitado a Cristo como salvador. Disse Jesus: “Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?”, Mt 16: 26. Li uma frase inteligente que explica muito bem essa questão: “Você pode até viver sem Jesus Cristo, horrível será morrer sem Ele”.



Conclusão



Quando ocorre uma tragédia os homens são levados a meditar sobre a vida e a eternidade, todavia os nossos problemas pessoais, nosso mundo nos comprime, e em breve esquecemos o ocorrido, perdendo-se o sentimento causado pela tragédia. Sejamos prudentes e mudemos a nossa conduta. As tragédias são avisos; devemos meditar nelas com seriedade e buscar mais a Deus e seu plano de vida para os homens.

Qual a Razão de Viver




Desde criança, sempre imaginei que viveria muitos anos e que minha passagem por este mundo aqui não seria “só por passar”, alguma marca boa eu tinha que deixar em tudo o que fizesse. Foi por pensar assim que sempre me preocupei em atropelar meu ego diariamente e não deixar que ele me fizesse sentir melhor do que ninguém, porque me conheço muito bem (e ao ser humano em geral) e sei que tal atitude poderia me levar pra bem longe do caráter de Cristo e é esse caráter que quero pra mim. Todos os dias travo uma grande batalha interior, porque se eu tenho algo de bom para oferecer, tem que ser posto em prática, tem que predominar no meu dia-a-dia, para que pessoas ao meu redor possam se sentir melhores de alguma forma. Eu sei, sou um ser humano como todo mundo, mas fico arrasada, inconformada e muito envergonhada quando cometo algo que esteja distante daquilo que Deus espera de mim.


Tenho me preocupado muito com esta questão, porque ultimamente as pessoas perderam totalmente a noção do que é "ser uma boa pessoa” e batem no peito e dizem: “eu sou boa nisto e naquilo outro”, “eu me basto”, “eu sou uma pessoa do bem”, “eu fiz”, “eu faço”, “eu aconteço”, “eu estou certo, o outro é que está errado”, “você viu, fulano pecou, que coisa feia! eu jamais faria aquilo que ele fez”,... e por aí vai.
Mas a bíblia diz assim: "Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, EU SOU.” João 8:58. Alguém aí discorda de Deus?


Amadas, quantos estão vivendo neste engano por aí e não conseguem enxergar que precisam de Deus em suas vidas! Todos nós (eu me incluo nisto) temos que entender que BOM É DEUS, não nós. Cadê a humildade pra reconhecer que ELE é quem deve ser o centro de tudo, e não nós? É Ele que deve ser visto em nossas atitudes, não nós. Devemos ser “instrumentos” e o Senhor é quem nos usa do jeito que achar melhor.


Hoje é o dia da mudança, é dia de reflexão “Examine-se, pois, o homem a si mesmo” 1Co 11:28: deixemos de lado tudo aquilo que nos distancia do caráter de Cristo, principalmente a arrogância, a soberba, o egocentrismo, a presunção, a auto-suficiência, a língua cruel e sem freios, a omissão diante da pobreza, do pecado e da imoralidade. Busquemos uma vida mais próxima de Deus, que é o que realmente importa. "Nosso homem velho foi com ele crucificado." Romanos 6:6.


“Vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano; E vos renoveis no espírito da vossa mente; E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade.” Efésios 4:22-24

(Márcia Chaves)

Se Alguém lhe Bloquear a Porta não Gaste Energia com o Confronto Procure as Janelas Lembre-se da Água a Água nunca discute com seus Obstaculos Mas Os Contorna Quando Alguem o Ofender ou o Frustar você é a Água e a Pessoa o Obstaculo Contorne-o sem Discutir...

- - Não devemos ser depositário de mágoas e ressentimentos. Muitos tem deixado de prosperar em seu ministério e vida pessoal, porque tem guardado esses sentimentos em seu coração.
- aquilo que os outros pensam sobre nós, não pode paralisar as nossas conquistas e realização dos nossos sonhos ...

A Busca da Feliciidade é constannte Nunca é Tardee Para recomeçar o que Podia ser Feiito!!!

Hoje consigo ver Alem das circustancias e o que Eu declarar Deus Faz Acontecer Sei que Tua Voz é a Certeza do Meu Milagre!